
Compensação passiva adaptativa de heave
Um núcleo passivo. Ajustes diferentes para demandas diferentes.
Ajuste as configurações conforme o içamento muda.
A mola a gás continua sendo o núcleo passivo. As funções adaptativas alteram seu ponto de operação e amortecimento para atender à fase de içamento avaliada.
Quanto a força varia ao longo do curso.
Alterar o volume de gás conectado muda a resposta da mola. O ajuste necessário é definido pelo modelo de içamento.
Como a energia do movimento é dissipada.
Alterar a restrição hidráulica muda a resposta durante a extensão e a retração.
A posição da haste ao longo de seu curso.
O ajuste da pressão controla o ponto de operação conforme mudam a carga útil, a temperatura e a pressão externa.
Associe o modo de operação à demanda.
Estes esquemas contextualizam os quatro primeiros modos. O plano de içamento define quais ajustes e transições são adequados.
Travado
Mantenha a posição da haste durante o manuseio da carga acima do convés.
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Haste mantida na posição para manuseio no convés
A haste do pistão fica travada para não se estender quando a carga útil é içada. Isso reduz a altura de içamento necessária enquanto a carga ainda está sobre o convés.
Zona de respingo
Ajuste a rigidez, o amortecimento e o equilíbrio para a passagem avaliada.
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Maior rigidez e amortecimento na passagem pela superfície
Rigidez e amortecimento maiores nos dois sentidos, com a posição de equilíbrio deslocada para considerar o empuxo adquirido pela carga ao entrar na água.
Operação submarina e profundidade
Controle o ponto de operação conforme mudam a temperatura e a profundidade.
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Correção de temperatura e profundidade durante a descida
A água do mar resfria a unidade e a pressão do gás cai. Por isso, gás de alta pressão armazenado a bordo é injetado para manter a pressão no nível adequado. Conforme a profundidade aumenta, a pressão externa empurra a haste para dentro, e a pressão do gás é reduzida para compensar. Águas extremamente profundas com cargas úteis leves exigem outra técnica: entre em contato para esse caso.
Baixa rigidez
Use uma taxa de mola menor quando o caso de assentamento exigir.
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Menor rigidez para assentamento e prevenção de ressonância
Um volume maior de gás é conectado ao cilindro, reduzindo a taxa de mola. Isso diminui a variação da carga ao longo do curso durante o assentamento. O modelo de içamento verifica se essa medida também afasta o sistema de uma condição de ressonância; isso não é presumido.
Contextos ilustrativos, não uma sequência operacional prescrita nem um desenho do equipamento. Consulte os detalhes de cada modo para entender seu mecanismo e seus limites.
Duas capacidades adicionais para eventos específicos.
Desprendimento controlado e repetível
Primeiro, a tensão é mantida abaixo do peso da carga útil; depois, é aumentada rapidamente para que a haste recue de forma controlada. A sequência pode ser executada mais de uma vez, o que é relevante quando o desprendimento precisa ocorrer na primeira tentativa.
Amortecimento assimétrico para carga de impacto e sobrecarga
O amortecimento na extensão é limitado, enquanto o amortecimento na retração é elevado. Assim, a unidade cede ao longo de seu curso durante o evento e controla o retorno. A redução do pico é determinada pela resposta força–curso do evento no modelo.
Três capacidades operam em todos os seis modos, sem constituir modos próprios. O enchimento e a preparação são controlados por software e conferidos com os parâmetros do içamento em preparação. Depois que a carga útil é conectada, a unidade mede seu peso e corrige as pressões do gás durante a operação se o valor for diferente do previsto, sem retornar ao convés. Cada içamento também é registrado, permitindo consultar depois o uso do curso, o DAF e as velocidades de assentamento.
Quais ajustes este içamento exige?
Uma configuração passiva de referência com ajustes fixos e as capacidades do ANTARES descritas aqui são configurações diferentes. Confira o escopo real de fornecimento antes de comparar recursos ou custos.
| Capacidade | Referência passiva com ajustes fixos | Abordagem adaptativa ANTARES |
|---|---|---|
| Volume de gás, rigidez e amortecimento | Os ajustes e o volume de gás são escolhidos para a operação planejada. Verifique os recursos de ajuste da unidade especificada. | A reserva de gás e o ajuste durante a operação permitem diferentes pontos de operação; a rigidez e o amortecimento podem ser alterados durante o uso. |
| Equilíbrio do curso; temperatura, peso e profundidade | Avalie o deslocamento resultante do equilíbrio e o curso disponível ao longo da operação. | O ajuste da pressão controla o ponto de operação conforme essas condições mudam, dentro dos limites configurados. |
| Içamento rápido e travamento da haste | Verifique se essas funções estão incluídas; uma configuração de referência com ajustes fixos não garante sua disponibilidade. | Os modos de içamento rápido e travado descritos acima atendem às respectivas tarefas de içamento. |
| Operação por bateria e registro de dados | Os recursos de monitoramento, registro e alimentação elétrica dependem da configuração do equipamento. | A bateria e os sistemas de controle a bordo permitem ajustes e registro de dados sem umbilical. |
| Desempenho e seleção | Demonstre que a resposta passiva atende aos critérios aplicáveis ao longo da operação exigida. | Demonstre o benefício da mudança de ajustes, incluindo transições, limites de controle e comportamento em caso de falha. |
Compare custos em bases equivalentes. Use os mesmos SWL, curso, classificação de profundidade, instrumentação, funções operacionais e escopo de certificação. Não existe uma relação de preços universal de 2–3×.
A compensação passiva adaptativa de heave é uma forma avançada de compensação passiva de heave que permite ajustar as características de desempenho às diferentes fases de uma operação de içamento offshore. Diferentemente dos sistemas básicos de PHC com ajustes fixos, os compensadores adaptativos podem alternar entre modos de operação (como travado, zona de respingo e submarino) para otimizar o desempenho em cada etapa do içamento.
O ajuste adaptativo pode ser útil quando a resposta necessária muda entre as fases do içamento. Seus benefícios e limites operacionais são estabelecidos para o caso do projeto.
Os seis modos usam o mesmo conjunto de mola a gás com ajustes diferentes, aplicados durante a operação e registrados para análise posterior. O caminho principal da carga permanece passivo, apesar das capacidades adicionais; as funções adaptativas acrescentam válvulas, sensores, controles e uma bateria, cada qual com um estado seguro definido em caso de perda de função. É essa a faixa operacional em torno da qual o ANTARES foi desenvolvido.
Quando usar um PHC adaptativo em vez de um PHC básico?
- RespostaUma opção passiva com ajustes fixos não consegue oferecer a resposta exigida em toda a operação avaliada, inclusive no assentamento.
- Curso disponívelMudanças no empuxo, na temperatura ou na profundidade deslocariam demais o equilíbrio dentro do curso disponível. Compare o ajuste com as demais opções de projeto.
- Mudança das demandasDiferentes fases do içamento exigem ajustes distintos para atender à dinâmica desejada. Avalie também as transições e o comportamento em caso de falha do ajuste.
Compensação passiva adaptativa de heave: perguntas frequentes
O que é compensação passiva adaptativa de heave?
Qual é a diferença entre um PHC adaptativo e um básico?
Um PHC adaptativo precisa de alimentação elétrica externa?
O que acontece quando o compensador esfria na água do mar?
Quando vale a pena usar um PHC adaptativo em vez de um básico?
Precisa de uma unidade para vários modos de içamento?
O ANTARES é nosso compensador passivo adaptativo: o mesmo equipamento, com vários pontos de operação. Envie os dados do içamento para que possamos dimensioná-lo.
Veja em ação
Compensação passiva adaptativa de heave com ANTARES: do convés ao leito marinho, simulada no CONSTELLATION